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quinta-feira, 11 de agosto de 2022

"Emotional Wellness: Transforming Fear, Anger and Jealously into Creative Energy" de OSHO



"Emotional Wellness: Transforming Fear, Anger and Jealously into Creative Energy" de OSHO
Harmony, 2007
304 Páginas


"Emotional Wellness: Transforming Fear, Anger, and Jealously into Creative Energy" encontra-se dividido em três partes: I-Understanding the nature of emotions; II - Emotional wellness: reclaiming our inner harmony; III - Watchfulness: the key to transformation. E termina com uma última parte, não identificada como tal, constituida por mediações e exercicios para transformação. 

Com efeito, este não é o tipo de livro para se ler demasiado rápido. É preciso tempo para o ler e depois reflectir. Só assim se poderão operar algumas transformações... em energia criativa. 

Se na primeira parte o leitor consegue fazer uma análise do que são emoções (apontando para a ideia de movimento, mudança e de algo que não é permanente) e sua relação com o corpo, na segunda parte o foco encontra-se primeiramente na importância de aceitar as emoções (porque rejeitar origina sofrimento e ao aceitá-las tornamo-nos livres) e, de seguida, na raiva, tristeza e depressão ("ramos da mesma árvore"), no ciúme e no que separa e opõe o medo ao amor. E, de facto, é nesta segunda parte que está, para mim, a parte mais importante do livro. 

Na última, a ideia de OSHO assenta no papel da transformação e não supressão dos sentimentos. E o modo de transformar varia consoante sejamos pessoas do tipo pensamento, emoção ou acção, uma abordagem que considerei bastante inteligente da parte do autor...Faz todo o sentido. 

"Emotional Wellness: Transforming Fear, Anger, and Jealously into Creative Energy" é, deste modo, um livro útil a qualquer um de nós em algum momento da nossa vida (estando publicado em Portugal com o título "Emoções" da Pergaminho). E espantoso é também como ler OSHO continua a ser algo que faço com muito agrado!

***

"Anger is active sadness; sadness is inactive anger". - p.124

"Anger and sadness are two faces of the same energy, repressed." - p.125

"Depression means that somehow anger is in you in a negative state. Depression is a negative state of anger." - p.141

"love creates a great need to be alone and aloneness creates a great need to be together." -p.202


https://www.goodreads.com/review/show/4202991185

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

"Fear: Understanding and Accepting the Insecurities of Life" de Osho


"Fear: Understanding and Accepting the Insecurities of Life" de Osho
St. Martin's Griffin, 2012
192 Páginas


De todos os livros de Osho lidos até hoje (e já são alguns), este parece-me ser o mais essencial e talvez o mais adequado para ler nestes difíceis e incertos tempos que estamos a viver. 

O medo tem na sua base o medo da morte e, de acordo com o autor, apodera-se de nós logo na nossa infância de forma inconsciente. Mas... Tem também a ver com o tempo e, por inevitabilidade, com a ideia de finitude. É uma neurose, um mecanismo da mente.

Por outro lado, relaciona-se sempre com algo no futuro. É a ausência de amor, o apego ao desejo. 

Osho lembra-me neste livro um outro autor de que gosto bastante, o norueguês Jostein Gaarder, mais conhecido pela sua obra "O Mundo de Sofia". 

Gaarder dedica-se na maior parte dos seus livros a esta ideia de vida-morte, celebrando a vida sem esquecer que quem dá a vida dá, de igual modo, a morte. E este livro do medo de Osho debruça-se muito sobre esta temática, uma das que mais e muito me fascina.

Ler "Fear: Understanding and Accepting the Insecurities of Life" é uma libertação, um empurrão corajoso, sobretudo quando nos sentimos tão pequenos perante o desconhecido, o incerto e o difuso...

Termino apenas referindo que, até à data, este livro não se encontra disponível em português, em Portugal. As duas últimas edições estão esgotadas pelo menos desde há cerca de dois anos, quando comecei a minha descoberta Oshiana, o que é uma pena porque este tema é um essencial. 

p.s.: Na edição que li em inglês, a capa de fundo azul claro está cheia de borboletas, sendo que enquanto simbolo as borboletas representam a imortalidade da alma.

https://www.goodreads.com/review/show/3704354997

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

"Alegria. A Felicidade Interior", de Osho


"Alegria. A Felicidade Interior" de Osho
11x19, 2018
220 Páginas


 "(...) Estar só é um estado mental no qual se está sempre com saudades de alguém. Ser solitário é um estado mental no qual se está sempre encantado consigo próprio. Estar só é um estado de infelicidade, ser solitário é um estado de êxtase. Quem está só está sempre preocupado, com saudades de qualquer coisa, a sentir falta de qualquer coisa, a desejar qualquer coisa. (...)" [p.154]

"(....) Estar só é ser dependente, ser solitário é a pura independência. O solitário sente que é o seu próprio mundo, a sua própria existência. (...)" [p.155]

"(...) Quem for completamente solitário só se pode sentir atraído por alguém que também seja um solitário. (....)" [pp.155 e 156]

"(...) dois amantes verdadeiros não ficarão face a face. Podem estar de mãos dadas, mas estarão a olhar para a Lua. Não estarão face a face, mas a contemplar algo juntos. (...) duas pessoas que estejam satisfeitas consigo próprias não se tentam usar uma à outra. Em vez disso, tornam-se companheiras de viagem; partem juntas em peregrinação. O objectivo é elevado e está longe. É um interesse comum que os junta. (...)"[p.157]

Estas foram algumas das passagens mais bonitas que encontrei neste livro, mais um dos de Osho que estará entre os meus preferidos, até porque defende algo tão fundamental como o facto da alegria ser algo interno, que vem directamente e só de nós, e não de nada exterior. 

Ao mesmo tempo, "Alegria - A Felicidade Interior" valoriza o ser solitário, sem criticar, o que nem sempre é compreendido da melhor forma pela sociedade. Ainda que o homem seja um animal social, o homem (e uns mais do que outros) precisa de estar sozinho e isso não significa que se seja anti-social nem bicho do mato. É uma necessidade de se estar em diálogo interno, a trocar ideias consigo próprio, sem interferência externa... Diria que isso faz falta a todos nós, individualmente, para que possamos ser inteiros e melhores quando estamos na companhia dos outros. 

Não menos importante, Osho apresenta, de igual modo, uma distinção entre prazer (fisiológico), felicidade (psicológica), alegria (espiritual) e êxtase (indivisível). Estes dois últimos são essenciais e totais quando se encontram/descobrem. 

Creio que estas são as ideias fundamentais deste livro, mas para quem estiver interessado, o melhor é ler mesmo e pensar por si. Vale a pena!

https://www.goodreads.com/review/show/3554627431

sábado, 17 de outubro de 2020

"Consciência. A Chave para Viver em Equilibrio", de Osho


"Consciência. A Chave para viver em equilibrio" de Osho
11x19, 2014
232 Páginas


Para aqueles que questionam muitas vezes se devem ler "O poder do agora" de Eckhart Tolle e/ou para aqueles que querem ler sobre a importância de viver no presente em consciência, escapando a Tolle, diria que "Consciência" de OSHO é sobejamente melhor... Se eu soubesse disto antes, não teria lido Tolle que, à medida que o tempo passa, vou percebendo que não faz de todo o meu género. 

"Consciência" está estruturado em quatro grande partes: Compreensão; Muitas doenças, uma receita; Consciência em acção; e Experiências na observação. Ainda que este não esteja entre os livros que mais gostei de OSHO, o que pode bem dever-se ao facto de ter lido Tolle pouco antes, foi uma leitura interessante e recomendável.  

https://www.goodreads.com/review/show/3462698882

domingo, 26 de julho de 2020

Liberdade - A Coragem de ser Genuíno, de OSHO


"Liberdade. A Coragem de ser Genuíno" de Osho
11x19, 2017
209 Páginas



A verdadeira Liberdade não é "de", é "para". É a Liberdade para sermos nós próprios e isso significa responsabilidade. 

Nesta linha, Osho distingue um rebelde de um revolucionário, sendo que o rebelde, quando comparado com o revolucionário, é livre de facto. "Um rebelde é alguém que não reage contra a sociedade, que compreende todo o seu jogo e simplesmente desliza para fora dela. Ela torna-se irrelevante para ele. Ele não é contra a sociedade. E essa é a beleza da rebelião: é a liberdade. O revolucionário não é livre. Ele está constantemente a lutar contra alguma coisa (...)" (p.71)

Outra distinção igualmente importante é que é feita entre reacção e acção. Acção é Liberdade. Reacção não. Acção está para o rebelde, assim como a reacção está para o revolucionário. E está tudo dito. 

Diria que um dos pontos altos de "Liberdade. A Coragem de ser Genuíno" é, para mim, a abordagem que o autor faz da evolução espiritual, recorrendo a Friedrich Nietzsche e a "Assim Falava Zaratustra". Deste modo, numa primeira fase, o homem será camelo (assimiliação), depois leão (independência) e numa terceira fase, criança (criatividade). Nem todos chegam à fase da criança. Osho aprofunda e detalha muito mais cada uma das fases e, em certa medida, faz uma interpretação  e análise muito própria, extremamente interessante. 

Gostei bastante. Talvez ainda mais do que de "Criatividade. Libertar Forças Interiores". "Liberdade. A Coragem de ser Genuíno" trouxe-me mais novidade, análise e interrogações. E deixou-me um sem número de vezes a pensar no que tinha acabado de ler...

domingo, 12 de julho de 2020

Criatividade - Libertar as Forças Interiores, de OSHO

"Criatividade - Libertar as Forças Interiores" de OSHO
11X17, 2020
207 Páginas


Na contracapa diz "Este livro é um verdadeiro manual para aqueles que querem aprender a ser mais criativos, lúdicos e flexíveis em todos os aspetos das suas vidas". E eu tenho alguma dificuldade em encarar o livro "Criatividade - Libertar as forças interiores" de Osho dessa forma, pois o autor não gosta habitualmente de oferecer verdades eternas aos seus leitores, preferindo ao invés deixar-nos a pensar pela nossa própria cabeça e, além disso, entendo que por essa mesma razão tenhamos aqui mais um ensaio, uma espécie de hino à criatividade se preferirmos, do que propriamente um manual. 

Adorei ler este livro. Gostei até muito mais do que estava inicialmente a prever. Revi-me em muito do que li. Duas das passagens mais bonitas que li acerca do criador (no sentido daquele que tem criatividade) e que me dizem tanto são as seguintes: 
1."(...)Um criador diverte-se. Não sabe qual o caminho correto para fazer uma coisa, por isso continua a procurar e a buscar vezes sem conta em direções diferentes. Muitas vezes movimenta-se na direção errada, mas, para onde quer que ele se mova, aprende. Fica cada vez mais rico. Faz algo que nunca ninguém fez antes. Se ele tivesse seguido o caminho correto, não teria sido capaz de o fazer. (...)"

2."(...) O criador não pode ser eficiente, tem de continuar em experimentações. O criador não pode assentar em lado nenhum. O criador é um vagabundo que leva a tenda sobre os ombros. Sim, pode fazer uma visita para pernoitar, mas de manhã parte de novo. É por este motivo que lhe chamo vagabundo. Ele nunca é um chefe de familia. Não consegue assentar, pois isso para ele é como a morte. Está sempre pronto a correr um risco. O risco é o seu caso de amor. (...)".

E teria muitas mais partes para destacar neste livro. Porém, para quem se interessar pelo estilo e pelo tema, o melhor é mesmo lê-lo. É muito bonito e entra para a categoria dos meus preferidos de Osho. 



domingo, 31 de maio de 2020

Coragem. A alegria de viver perigosamente, de OSHO


"Coragem. A alegria de viver perigosamente" de OSHO
11x17, 2018
206 Páginas

"(...)A via do coração é a via da coragem. É viver em insegurança; é viver em amor e confiança; é movimentar-se no desconhecido. É deixar o passado e permitir que o futuro seja. Coragem é movimentar-se por caminhos perigosos. A vida é perigosa, e só os cobardes evitam o perigo - mas é porque eles já estão mortos. Uma pessoa que está viva, viva de verdade, viva com vitalidade, estará sempre a mover-se no desconhecido. Existe aí um perigo, mas essa pessoa correrá o risco. O coração está sempre pronto a correr riscos, o coração é um jogador. A cabeça é um negociante. (...) está sempre a calcular - é astuta. (...)" [p. 18]

Esta é uma das passagens que, para mim, melhor espelham o que podemos ler neste livro de OSHO, intitulado "Coragem: A Alegria de Viver Perigosamente".  Mais um livro destinado a agitar ideias e a questionar aquilo que temos como verdade, cómodo e confortável. 

Não é objectivamente sobre o medo (o autor tem um especificamente sobre o tema, porém a edição traduzida para língua portuguesa encontra-se esgotada) que OSHO aqui escreve, mas é sobre enfrentar o medo, ter coragem... Coragem essa que mais não é do que seguir o coração. 

Gostei muito mais uma vez, ainda que tenha aqui encontrado uma parte ou outra que me tenha agradado menos. Porém, isso não impediu que tivesse acabado a leitura de mais este livro com satisfação, que tivesse ficado a pensar no tema depois e que queira ler mais livros do autor. 

domingo, 3 de maio de 2020

Encontros com Pessoas Extraordinárias, de OSHO


"Encontros com Pessoas Extraordinárias" de OSHO
11X17, 2018
331 Páginas

"Encontros com Pessoas Extraordinárias" é um livro sobre as ideias centrais de um conjunto de pessoas que Osho considerou como "mais notáveis do mundo" e que, na sua perspectiva, passam habitualmente ao lado dos historiadores. São-nos igualmente dados a conhecer alguns aspectos da vida destas pessoas e, neste sentido, este pode ser um livro interessante para quem, como eu, gosta de ler biografias e romances históricos. 

Também acredito ser uma boa opção para os amantes de filosofia como eu, até porque entre essas pessoas que o autor considerou como extraordionárias encontram-se vários filósofos como Sócrates, Heraclito e Friedrich Nietzsche. Para aqueles que não forem amantes de filosofia, mas tenham curiosidade acerca destas figuras e outras, vale a pena na mesma ler este livro. 

Gostei bastante do que aqui li, tendo tido oportunidade de rever alguns conhecimentos e adquirir outros... novos. Uma das figuras que continua a despertar a minha curiosidade há já vários anos, e Osho conseguiu acicatar ainda mais essa curiosidade, é Nietzsche. Parece-me que é desta que agarro e leio mesmo sem largar "Assim falou Zaratustra"!



terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Compaixão, de OSHO




"Compaixão" de OSHO
11 x 17, 2019
223 Páginas 



"Compaixão" é o quinto livro que leio de OSHO e é também mais um que posso afirmar, sem margem para dúvidas, ter adorado!

Tenho-o cheio de anotações laterais nas páginas, sublinhados a lápis e sinais mais quando encontro algo inquietante que me tira do sério, desorienta durante uns momentos para depois me fazer recuperar/encontrar o (meu) norte. E isto é daquelas coisas maravilhosas que os livros de OSHO têm: deixa-nos a pensar pela nossa própria cabeça não sem antes nos fazer atravessar uma espécie de "tempestade". 

Deixo-vos apenas algumas partes para inspirar: 
"(...)A compaixão significa basicamente aceitar as fraquezas e as debilidades das outras pessoas, sem esperar que elas sem comportem como deuses". (p.15)

"(...) A compaixão é muito compreensiva. É a compreensão mais refinada que o ser humano pode ter." (p.20)

(...)"a compaixão não é amor no seu sentido corrente e, contudo, é amor no seu verdadeiro sentido. A compaixão só dá, não pensa em receber nada em troca. (...) Quando damos sem pensar em receber algo em troca, recebemos mil vezes mais. (...) E quando  queremos receber demasiado, na verdade apenas nos desiludimos e não recebemos nada. No final, só recebemos desilusão. (...)" (p.61)


https://www.goodreads.com/review/show/3113774611

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Intimidade, de OSHO


"Intimidade" de OSHO
11 x 17, 2014
208 Páginas 


Este é o quarto livro que leio de Osho e continuo a gostar bastante do estilo. Muito provavelmente acabarei por ler tudo o que há publicado. 

A "Intimidade" deve ter sido o livro que li mais depressa (dos quatro) e talvez aquele (dos quatro) em relação ao qual senti uma maior familariedade/identificação com as ideias defendidas, até porque em algum momento as tinha colocado como hipóteses e/ou tinha chegado às mesmas conclusões. 

Algumas ideias que considerei mais interessantes foram, por exemplo, a importância do silêncio enquanto linguagem do coração, a centralidade da insegurança e imprevisibilidade num relacionamento (até porque a vida também é incerta e insegura, "protecção é morte" (p.87) e só a morte é certa), a necessidade de vivermos aqui e agora e sermos nós próprios sem medo de vivermos a nossa vida de acordo com o nosso próprio coração (para parafrasear o autor). 

É um livro espiritual/filosófico, daqueles que nos deixam a pensar simultaneamente sobre intimidade e um conjunto de outros temas que com esta acabam por estar relacionados, ainda que de forma indirecta. 

Tal como já disse anteriormente, e torno a repetir, os livros de Osho destinam-se a agitar ideias, a questionar certezas instaladas e a encontrar respostas diferentes (que escapam à norma e à corrente) para dúvidas que nos surgem a dado momento na nossa vida. Põe-nos a pensar, a questionar, a querer arriscar no incerto/inseguro/imprevisivel. E isso é algo que eu adoro nos seus livros e no seu estilo.

https://www.goodreads.com/review/show/3074626612

domingo, 24 de novembro de 2019

Intuição, de OSHO


"Intuição" de OSHO
Bertrand Editora, 2018
215 Páginas


Este é o terceiro livro que leio de Osho e não tenciono ficar por aqui...
Embora tenha começado a lê-lo em Agosto e terminado apenas em Novembro, a verdade é que o li depressa quando decidi lê-lo a sério!

No ano passado e neste ano que se encontra a terminar, deparei-me com vários episódios e pessoas da minha vida a chamarem-me à atenção para a importância da intuição, uma capacidade que todos nós temos, mas teimamos em ignorar... Porque não é algo lógico e muitas vezes (talvez até todas as vezes) não se explica no imediato. Sente-se e pronto. 

Mais uma vez, Osho não desilude. Volve e revolve as nossas ideias, tendo inclusivamente a capacidade de nos surpreender... Até provocando uma inesperada gargalhada quando menos esperava. 

Sem querer entrar em excessivos detalhes, mas procurando reforçar o facto de ter adorado este livro, sublinho, por exemplo, o interesse na diferença entre o hemisfério esquerdo e o hemisfério direito da nossa mente que o autor explora, a divisão dos seres humanos em três camadas (instinto-intelecto-intuição) é igualmente fascinante, sem esquecer as diferenças, as caracteristicas e os esperados comportamentos de homem e mulher numa relação a dois, mas também na própria organização do mundo... 

É excelente! 

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

A Magia da Autoestima, de OSHO

"A Magia da Autoestima" de OSHO
Pergaminho, 2014
343 Páginas


Este é o segundo livro que leio de Osho e continuo a gostar da forma como o autor desafia os leitores a pensarem diferente, a questionarem aquilo em que acreditam.

Boa parte deste livro questiona o ser-se religioso, seguir esta ou aquela religião e qual a sua relação com o medo. Essa parte não foi a que mais me interessou porque eu queria ler acerca da autoestima e do modo como esta se estrutura ou não.

Uma menor parte do livro, para mim central, aborda a consciência, a inconsciência e a subconsciência. Debruça-se sobre o ego, o respeito por si próprio (e como procurar pelo "verdadeiro eu"), a humildade e a renúncia. Esta foi, sem dúvida, a parte que mais gostei de ler porque permitiu reflectir também sobre algo como a diferença entre resposta e reacção.

Apesar do que acabei de expor, consegui gostar no geral de "A Magia da Autoestima".



quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Amor, Liberdade e Solidão, de OSHO

"Amor, Liberdade e Solidão" de OSHO
Bertrand Editora, 2017
308 Páginas



Este é aquele tipo de livro destinado a agitar, a trocar-nos as voltas, a testar as nossas certezas e a deixar-nos a pensar... Eventualmente cheios de dúvidas mesmo após termos concluido a sua leitura. 

Adorei lê-lo, apesar de não concordar com tudo o que li... Há coisas que a minha experiência de vida me tem provado serem diferentes... Outras há que eu sentia de forma intuitiva, como ideias em formação que ainda continuarão a ser... 

"Amor, Liberdade e Solidão" é um livro incómodo. Desafia-nos. E demonstra que é possível e desejável manter, de forma saudável, amor, liberdade e solidão na forma como nos relacionamos amorosamente.